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Origem da vida


De onde viemos e para onde vamos? Você já se perguntou isso? De onde veio nosso planeta e tudo que habita nele, inclusive nós mesmos? Essas são perguntas que sempre intrigaram a humanidade, e que, no começo só tinham explicações místicas e religiosas e que, com o avanço da ciência, conseguimos explicar, ou pelo menos supor, o que deve ter ocorrido.

Claro que o começo de tudo nunca iremos saber, pois é difícil acreditar que tudo que há hoje surgiu “do nada”, do vazio. Hoje acreditados que há cerca de 10 a 20 milhões de anos ocorreu o “Big Bang”, uma explosão de uma massa compacta de matéria que se expandiu formando o universo. Acreditamos nessa teoria porque observamos que ainda hoje o universo está em expansão. Provavelmente o universo passa por ciclos de expansão e de compactação, com vários Big Bangs, mas esse último foi o responsável pela formação do universo que vivemos. Há muitos estudos neste campo e quem sabe um dia teremos uma visão diferenciada da formação do nosso universo. 

Ok, o universo se formou de alguma maneira, mas como surgiu a vida? Uma das hipóteses, a de Oparin, é que a atmosfera do nosso planeta antes da vida surgir era formada por muito vapor d’água e pelos gases metano, amônia e hidrogênio. Muitos raios ultravioletas chagavam do Sol, bem como haviam muitos relâmpagos, o que causou a quebra das moléculas dos gases, levando a formação de compostos orgânicos, que compuseram o “caldo primordial”, ou uma verdadeira sopa de compostos orgânicos nos primitivos oceanos de Terra.
Ao longo da evolução esses compostos foram se unindo até formarem estruturas que nos lembram células, chamadas de coacervados. A vida só surgiu de verdade quando essas “células” conseguiram se “alimentar” de outros compostos e também se reproduzir, mas esse passo evolutivo é o que menos conhecemos até hoje. 



A hipótese de Oparin foi validada pelos pesquisadores Stanley Miller e Harold Urey, que desenvolveram um aparelho que simulada as condições previstas por Oparin e com sucesso obtiveram compostos orgânicos, como aminoácidos. Nesse aparelho os gases da atmosfera primitiva recebiam descargas elétricas, formando as moléculas orgânicas, que passavam por um condensador para ficarem em solução na “sopa primordial”.



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